Marca não pode ser sinônimo do que faz

Imagem de uma caixa de Sedex dos correios

 

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Ao se escolher uma marca o objetivo principal é diferenciar um determinado produto ou serviços dos demais que competem no mercado.

A marca não deve ser sinônimo do que faz, isso pode vir a permitir que qualquer um a use para designar seus produtos ou serviços
Através do registro  o empresário passa a ter os meios legais para proteger sua marca, evitando a cópia sem autorização, e principalmente a corre

como sinônimo do produto ou serviço, fazendo com que não haja mais distintividade para a marca possibilitando assim que diversas empresas a utilizem para seus produtos.

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Marcas que viraram sinônimos

O empreendedor sempre espera se destacar no mercado, afinal haver diferentes marcas concorrendo facilita ao consumidor formar um “pré julgamento” quanto à qualidade do produto, ou como diria o slogan, sabe-se que determinada máquina de lavar “não é assim uma Brastemp”.

Além da cópia da marca outra forma de utilização indevida é quando ela passa designar o produto que visa distinguir.

São os casos por exemplo de Chiclets que passou a designar “goma de mascar”, de Fórmica que passou a designar “laminados plásticos”, ou como no vídeo abaixo em que, apesar de não dizer as marcas, fica clara a referência às “hastes flexíveis de plástico com algodão nas pontas”, “curativo adesivo para pequenos ferimentos” e “bloco de papel com adesivo de fácil remoção”.

 

 

Quando a marca vira sinônimo

A narração final complementa o dizendo: “Quando uma marca vira sinônimo do que faz, não adianta chamar de outro nome”.

Ocorre que juridicamente esta é a pior situação para uma marca, perder seu poder distintivo, o fator que a diferencia no mercado, e é o principal ponto a ser evitado, e que os Correios incentivam.

Outras empresas vem brigando a anos para não se tornarem sinônimos de seus produtos, como por exemplo, BomBril para “palha de aço”, Catupiry para “requeijão cremoso”, Lycra para “elastano” ou simplesmente fio elástico.

O empreendedor não deve permitir a cópia e buscar o reconhecimento desta pelo consumidor mas, sempre evitando que a marca que serve para diferenciar o produto torne-se sinônimo do produto que visa diferenciar.

Para saber de mais alguns casos como este, veja esta lista de “degenerescência de marcas“, de toda a forma recomenda-se sempre a consulta a um advogado para verificar se estas podem ou não ser livremente utilizadas.

Caso você tenha algum problema com a sua marca entre em contato ou deixe um comentário abaixo.

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